sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Nakanmon! (Mangá)

Minha pretensão era falar sobre esse mangá muito antes, mas logo em seguida comecei a ler Kyou no Kira-kun e me apaixonada pela história. Somando-se a isso, a falta de tempo para postar, fizeram com que eu fosse empurrando essa resenha com a barriga - risos -, mas antes tarde do que nunca, hoje esse trem saiu! Esse mangá é bastante fofo, espero que vocês gostem e para aqueles que curtem histórias assim, podem mergulhar de cabeça.

Título: 泣かんもん!/ Nakanmon!/ Don't Cry, Baby
Mangaká: Tsukishima Haru
Gênero: Comédia, Drama, Romance, School Life, Shoujo
Publicação: Mangá - 4 volumes (2011)

Nakanmon!, da mangaká Tsukishima Haru (2011)

Sinopse: Hirahara Tsukasa morava em Hiroshima, mas acaba tendo que se mudar para Tóquio e tendo que se acostumar à nova rotina da cidade grande. Já no primeiro dia de aula, ela chega atrasada e é por causa disso que ela conhece quatro colegas de sala: o língua afiada coração mole Himeno Youichi, o compreensivo Ishihara Nozomi, Agatsuma e Onda Misa. Mas será que esses cinco conseguirão ser amigos?

Tsukasa vai morar em Tóquio e tenta ser o mais otimista possível com a nova realidade que ela vai ter que encarar. A princípio, ela tenta controlar seu péssimo hábito de bebê chorão, mas Tsukasa chora por tudo, ainda mais quando se lembra da sua querida irmã mais velha. Na nova escola, Tsukasa é zoada pelos outros por ser extremamente bobinha, chorona e ter sotaque de interior. Apesar de ser chorona, graças aos deuses intergalácticos, ela não é aquele tipo de heroína de shoujo chorona e irritante. Em algumas situações é bastante compreensível essa choradeira dela. Além disso, Tsukasa, mal entra no ensino médio e já conhece os dissabores do amor e as particularidades cotidianas de uma amizade.



Por ser muito ingênua e por acreditar demasiadamente nas pessoas, Tsukasa acaba caindo na lábia  envolvente de Ishihara. Diferentemente de Himeno, Ishihara atrai Tsukasa com palavras doces e amigáveis. Mas o que Tsukasa não imaginava era que esse simpático e compreensivo rapaz não passava de um mero D. Juan. Ishihara trata nossa heroína com desprezo e debocha de seus sentimentos, mas por mais chorona que ela seja, Tsukasa dá a volta por cima, voltando sua atenção novamente para Himeno, que apesar de ter uma língua afiada e de dizer verdades na cara das pessoas, tem o coração de ouro.



Tsukasa amadurece com essas experiências e aprende a lidar com a rejeição, a superar perdas, o que contribui para o seu crescimento emocional, e tudo isso sem deixar de ser ela mesma. Apesar de ser um mangá curtinho, com apenas 4 volumes, Nakanmon! é uma história interessante, que trata de situações delicadas para muitas pessoas, que é o fato de ter que lidar com a rejeição e traz pontos positivos ao mostrar uma personagem que cresce emocionalmente: chorar nem sempre é sinal de fraqueza. Mas depois de levar um pé na bunda de Ishihara e da pior forma, adivinha o que acontece?

Ela e Himeno vão ficando mais próximos e cada vez mais amigos, o que desperta sentimentos em Tsukasa novamente. Entretanto, não satisfeito com o que fez, Ishihara se arrepende e tenta voltar atrás: ele decide reconquistar Tsukasa, que embora esteja apaixonada por Himeno, quem disse que a recíproca é verdadeira? Será que em algum momento, Tsukasa termina com Himeno ou ela perdoa Ishihara pela burrada que ele fez? Para saber sobre isso, só lendo o mangá. No mais é isso... se você está interessado em histórias fofas, com triângulo amoroso e sem ser uma narrativa longa, eis uma ótima sugestão para esse feriadão. Até a próxima, amores... Kissu.


Mangá em português:
Fascínio Asiático; Neko Otaku Scan (download - completo)
Central de Mangás; Union Mangás (ler online - completo)

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Kimi ni Todoke Será Finalizado com 30 Volumes em Novembro desse Ano

Kimi ni Todoke (君に届け), da mangaká Shiina Karuho, teve seu encerramento anunciado para o dia 13 de novembro desse ano. O anúncio foi feito pela própria Shiina, embora muitos fãs não tenham curtido a notícia, eu curti. Gosto da história, não sei por que me apaixonei pelos personagens, até porque Kimi ni Todoke não é um shoujo super badass, mas eu acabei gostando e acompanhando. 



Saber que finalmente vai acabar é um grande alívio, visto que quando a própria autora faz o anúncio, em pouco tempo o mangá é finalizado, além disso, para um shoujo, podemos dizer que 30 volumes é bastante coisa, levando-se em consideração a procura por essa demografia no mercado brasileiro, torçamos para que aqui seja finalizado em breve também. Estima-se que a história completa tenha 30 volumes, atualmente, a Panini lançou o volume 27 (lembrando que as vendas são bimestrais).



Mesmo que alguns fãs não tenham gostado da notícia e certamente sabendo disso, Shiina fez o anúncio em julho, já  para preparar as leitoras mais fiéis de que o mangá já estava em seu arco final. Vamos ser sinceros, pelamor, mesmo que você seja fã como eu, já estava na hora de Kimi ni Todoke ter um final. Kimi ni Todoke foi lançado em 2006, e 11 anos acompanhando uma série é demais, minha gente. Sabemos que o anime não ganhou continuação mesmo com todos os pedidos dos fãs, depois de 2010, não houve nenhum outro lançamento da história além do mangá. Seis anos apenas lançando os volumes é - sinceramente - um grande feito para uma autora de shoujo e com uma história sem grandes reviravoltas.



É óbvio que Kimi ni Todoke é a obra de maior sucesso de Shiina Karuho, que de alguma maneira, não agradou a todos com Crazy for You. Na minha visão, Kimi ni Todoke foi como uma redenção para compensar tanta vergonha alheia que a Sachi passou - risos - embora eu tenha gostado da história. Torço de coração para que Shiina consiga emplacar outro sucesso de vendas, visto que as expectativas são muito altas sobre um mangaká que conseguiu emplacar um mangá de 30 volumes e com tantos fãs apaixonados.

domingo, 24 de setembro de 2017

Kyou no Kira-kun (Mangá)

O típico garoto popular e a típica garota tímida de shoujo escolar. Mas mesmo usando personagens estereotipados, não podemos dizer que Kyou no Kira-kun é uma história clichê. Li esse mangá numa sentada e me apaixonei por cada personagem incrível que tem nessa história. Claro que tem aqueles que são desprezíveis, mas aqueles que me cativaram deram o tom para que eu me envolvesse com esses nove volumes sem deixar um capítulo para depois. Melhor mangá que li nos últimos dias.

Título: きょうのキラ君/ Kyou no Kira-kun
Mangaká: Mikimoto Rin
Gênero: Drama, Romance, School Life, Shoujo
Publicação:
Mangá - 9 volumes (2011)
Live-Action - J-Movie (2017)

Kyou no Kira-kun, da mangaká Mikimoto Rin (2011-2014)

Sinopse: Okamura Ninon é uma garota bastante reservada, seu único amigo é uma calopsita falante que se passa por bichinho de pelúcia que ela leva para a escola todos os dias. Kira Yuiji é um dos caras mais populares e cobiçados da escola, seguindo um estilo meio bad boy, ele é querido por todos. Embora morem lado a lado como vizinhos, Nino e Kira sequer notavam a existência um do outro, até o dia em que Nino descobre o segredo mais aterrorizante de Kira e toma a difícil decisão de passar 365 dias ao lado dele, independente do que acontecesse.



Nino é uma menina solitária que carrega consigo um grande trauma de infância. Sempre vítima de bullying pelos colegas de turma, Nino passou a sua vida evitando fazer amizades e olhar para o rosto das pessoas. Sua franja cobrindo os olhos e seu ostracismo são reflexos dessa sua aversão a elas. Mas tudo isso muda, no dia em que ela descobre o segredo que Kira-kun tenta esconder de todos. E mais, Kira por alguma razão inexplicável, se envolve na vida de Nino e a partir daí, ambos se tornam amigos e se apaixonam. Kira-kun sempre foi um rapaz feliz, mas que fez muita besteira na vida. Mesmo que na frente de todos aparente ser o mesmo Kira de sempre, ele está vivendo um dos seus piores dramas. Saindo com os amigos enquanto finge não ter problema algum, Kira vai levando a vida. Até que depois de conhecer Nino e de se apaixonar por ela, aos poucos ele vai sentindo um grande desejo de dar a volta por cima.



Os dois formam um casal lindo do início ao fim, 100% shippável, e os belíssimos traços da Mikimoto Rin ajudam ainda mais a você gostar da história. Quando Nino e Kira começam a namorar, eles vão passando por pequenas provações diárias. No início, Nino conheceu o dessabor de amar e não ser correspondida, enquanto Kira precisava perceber que ter um caso com a enfermeira da escola não era o que ele queria. Aos poucos, eles vão se acertando e o relacionamento deles vai amadurecendo junto. Eu fico muito contente quando encontro shoujo em que o romance do casal protagonista não é meloso e condiz de alguma maneira com a realidade. À medida que vamos lendo, vamos vendo o quanto eles amadurecem e fica claro o quanto eles se desejam. Não há um apagamento do desejo, o que eu acho extremamente interessante para a narrativa, visto que Kira e Nino têm uma conexão acima da média. 



É como se eles fossem predestinados... Mas vale salientar que mesmo que seja um shoujo escolar, há vários momentos que fazem você ficar com o coração apertado, rezando ao lado de Nino para que um milagre aconteça. Nunca imaginei que sentiria falta de alguns personagens e me doeu pacas quando a Nino teve que se despedir de um ente querido. O que torna essa história sóbria e realista. E isso é o que me prende a muitas narrativas, não ter esse romantismo exacerbado mamão com açúcar. Nino é uma personagem incrível que cresce vertiginosamente ao longo dos capítulos. Kira vai se tornando cada vez mais humano, mais humilde. Há outros personagens incríveis também, como o Robert/Sensei (a calopsita) e Yahagi Rei (a taciturna comilona que se torna amiga de Nino). No mais, é um mangá que eu recomendo muito e agradeço de coração à equipe do Fascínio Asiático por trazer essa história maravilhosa para nós 💖.


Mangá em português:
Fascínio Asiático (download - completo)
Central de Mangás; Union Mangás (ler online - completo)

domingo, 27 de agosto de 2017

Considerações #11 - Personal Taste (Segunda Impressão)

Yooo, minaa!! Quanto tempo! Mas ainda assim, nem deveria estar postando aqui, no entanto, mesmo com tantos trabalhos da universidade para fazer e mesmo com várias coisas do trabalho para dar conta, eu preferi escrever para vocês. Talvez seja algo que nem todo mundo vá curtir, mas acho que depois de cinco anos nessa vida de dorameira, o que não é muito, para dizer a verdade, eu descobri que não tenho mais paciência para histórias cheias de atropelo e enrolação.

Meu primeiro dorama foi Personal Taste e vocês podem conferir a resenha sobre ele bem aqui. Mas recentemente, tentei reassistir e descobri que não, eu não conseguia mais ter paciência para seguir em frente depois do episódio 12. Uma vez já comentei com vocês que eu tenho um carma com os episódios 12 de muitos doramas, eu chego a ficar até apreensiva, pois esse episódio costuma ser decisivo para que a história ou seja ou um desastre ou uma maravilha.



Mas voltando ao caso de Personal Taste, não achei problema algum na atuação do Lee Min Ho muito menos na atuação da So Ye Jin. Mas assistindo a uma segunda vez, alguns anos depois, percebi que eu não tenho muita paciência para histórias tão clichês ou cheias de enrolação. Isso não muda o fato de eu ter amado esse dorama da primeira vez a que assisti. Mas numa segunda assistida, as coisas foram bem diferentes, e se eu fosse assistir a Personal Taste pela primeira vez hoje, acho que eu desistiria no meio caminho, como fiz agora, após terminar de ver o episódio 12.

Novamente esse episódio 12. Um divisor de águas. 

Mas não estou falando isso para você não assistir ou não reassistir. Falo apenas da minha experiência como dorameira. Um dorama que eu amei logo de cara e que com certeza não poderia ser outro para ter me ingressado no mundo dos doramas, mas hoje eu não tenho saco para ver vilãs megeras e asquerosas como a In Hee (Wang Ji Hye), por exemplo. Muito menos, saco para ver tudo dar errado quando finalmente o casalzinho tinha se entendido e depois disso só voltar a ser feliz de novo no final do último episódio.




Acho que fiquei muito mal acostumada a dramas menos clichês. Estou preferindo histórias mais sóbrias, menos melodramáticas - com algumas poucas exceções, claro (por exemplo, Life Plan A and B). Mas isso não me faz odiar comédias românticas, eu só estou passando bem longe de comédias românticas que se tornam melodramáticas do meio pro final, como o que acontece com Lie to Me.

Então, gostaria muito que vocês me recomendassem doramas que fugissem um pouco do clichê. Não que tenha deixado de gostar de Personal Taste, mas quando penso em dramas como I Miss You, não quero ficar sofrendo de desidratação na frente do PC - risos. Personal Taste ainda tem um lugar totalmente especial no meu coração, mas eu não tenho mais entusiasmo para acompanhar histórias assim. Então, amores do meu coração, agradeço desde já as sugestões de vocês que podem ser de j-dramas, c-dramas, k-dramas, tw-dramas, lakorns... então, até a próxima!! Kissu...

domingo, 20 de agosto de 2017

Hana wo Meshimase (Mangá)

Fazia bastante tempo que eu não encontrava um shoujo tão diferente da maioria dos shoujo que encontramos por aí. Nada de clichês românticos bobinhos nem melodrama ou romance água com açúcar. Aqui vemos personagens com personalidades fortes e com cicatrizes profundas, no entanto, encontram um no outro não a sua cara metade, mas alguém que o compreenda e seja leal.

Título: 花を召しませ/ Hana wo Meshimase/ Please Buy a Flower
Mangaká: Iwashita Keiko
Gênero: Drama, Romance, School Life, Shoujo, Slice of Life
Publicação: Mangá - 1 volume (2013)

Hana wo Meshimase, da mangaká Iwashita Keiko (2013)

Sinopse: Por causa de seu vício em jogos, o pai de Adachi Shion a engana e a abandona numa floricultura. Sendo apenas uma garota do colegial, Shion acaba trabalhando e vivendo na loja. Ela carrega muitas cicatrizes emocionais e, mesmo que Mamyuuda Shun, o dono da floricultura, seja severo com ela em alguns momentos, ele é um dos únicos que a entende e a apoia. Mas e agora, será que Shion será capaz de discernir entre seu gosto pelo trabalho e seus sentimentos por Mamyuuda? Isso pode dar certo de alguma maneira?



Sendo bem sincera, eu não conhecia nenhum mangá da Iwashita Keiko, embora em algum lugar do meu cérebro eu já tenha ouvido falar sobre ela. A primeira coisa que me chamou a atenção para essa história, com certeza, foi o traço. Os personagens são muito bem desenhados, os cenários, enfim... nada é mal feito ou pouco elaborado ou com vários cenários nus (como o que infelizmente acontece em Spicy Pink). Dá para perceber cada detalhe, ainda mais por ser uma narrativa que se passa numa floricultura.




A autora utiliza a simbologia/linguagem das flores para construir a base do seu roteiro. Vale salientar que o nome da personagem principal, Shion, também representa o nome de uma flor e o significado dessa flor mudará todo o final da história. Na minha humilde opinião, não achei nada forçado, mesmo sendo apenas um volume, o que poderia tornar a história corrida, atropelada, nada disso acontece. Cada capítulo tem uma quantidade de páginas suficiente para que cada ato se desenvolva como tem que ser, digamos assim.




Percebemos uma Shion magoada e ferida com o pai e por ele ser viciado em jogos. Mas ao mesmo tempo, vemos uma Shion destemida, corajosa, madura e que ao mesmo tempo é frágil e precisa de proteção e empatia. Também conhecemos um Mamyuuda misterioso, fechado, mas leal e solidário. Não existe uma forçação de barra no romance desses dois. Embora Shion se declare primeiro, ela é consciente de que pode não ser recíproco. E ela não se descabela, nem chora copiosamente. Ela toma uma decisão difícil, porém necessária. E isso abre caminhos para que tanto ela quanto Mamyuuda encontrem seus verdadeiros sentimentos. Achei essa história muito bonita, não só de traços, como de enredo, por ser super inusitada, original em muitas coisas, por manter um tom sóbrio e maduro o tempo todo, mesmo sendo um shoujo. Foi uma agradável surpresa e sou muito grata ao Mono no Aware Scan por trazer um título como esse traduzido para o Brasil. Arigatou Gozaimashita 💖


Mangá em português:
Mono no Aware Scan (download - completo)
Union Mangás (ler online - completo)

domingo, 6 de agosto de 2017

Love Playlist (K-Drama)

Annyeonghaseyo!! Estou eu aqui de novo para trazer a minha segunda recomendação do dia. Esse drama também segue o mesmo estilo de Seventeen, episódios curtos, cheios de pontos de vista e com a versão de cada um dos personagens. Dessa vez, a história se passa entre estudantes universitários e fala sobre como amar e ter amigos pode ser complicado de vez em quando.

Título: 연플리 파일럿/ Love Playlist
Direção: [não encontrei] 
Roteiro: [não encontrei]
Gênero: Comédia, Drama, Romance
Publicação: K-Drama - 8 episódios + 1 especial (Naver TV Cast | 2017)
Nota♥♥♥♥

Love Playlist, drama coreano (2017)

Sinopse: Uma história sobre a vida e os altos e baixos de cinco amigos - não tão amigos assim - que se conhecem depois de ingressarem na universidade. Um amor não correspondido pode ser doloroso, mas perder a amizade de quem se ama é muito pior. Além disso, é preciso ter muita maturidade para manter um amigo e um relacionamento.

Han Jae In

Conheci esse dorama por acaso, quando vi na página do Playlist Brazil o anúncio da segunda temporada, com data de estreia para o dia 17 desse mês. Por causa disso, resolvi assistir ao dorama e não me arrependi. A história é bem divertida e cheia de altos e baixos na vida de cada um deles. Primeiro conhecemos Jung Ji Won e descobrimos o quanto ela se sente insegura com a amizade do namorado Lee Hyun Seung (Kim Hyung Suk) com a bela Han Jae In. Embora Jae In seja linda e deslumbrante, Hyun Seung só a vê como amiga, no entanto, Ji Won se sente muito incomodada com a moça.

Jung Ji Won

Mas antes de Ji Won surgir na vida de Hyun Seung, ele costumava sair com os amigos Kim Min Woo, Gwak Jun Mo e a própria Jae In. As noites de bebedeira e conversas jogadas fora eram os melhores momentos dos quatro amigos. Quando Hyun Seung aparece com uma namorada, Jae In fica receosa de perder esses momentos, pois ela percebe que é apaixonada por ele. Começa então uma paixão unilateral por parte de Jae In. Mas Hyun Seung (por causa de um mal entendido) pensa que a amiga é apaixonada por Min Woo, que mesmo se fazendo de desentendido, é o único que percebe que Jae In é apaixonada por Hyun Seung.

Lee Hyun Seung

Apesar de toda essa enrolação amorosa, a história não foca tanto no lado triste da narrativa. Você acaba gostando dos personagens e torcendo de alguma maneira por eles. Eu mesma torcia muito para Hyun Seung e Ji Won se acertarem, mesmo querendo que Jae In tivesse um final feliz. E esse final feliz para a Jae In fica em aberto quando o garçom do bar, onde eles sempre vão, aparece no pedaço. Será mesmo que ele não está apaixonado por ela? E Min Woo será capaz de não se apaixonar pela amiga? Tudo isso nós só vamos saber na segunda temporada dessa série super interessante e sem grandes pretensões. Super recomendo! Até a próxima...


K-Drama legendado em português:
Ver online: Canal do Playlist Global (Youtube)

Seventeen (K-Drama)

Annyeonghaseyo!! Como vocês estão? E hoje eu começo agosto trazendo uma sugestão de dorama para vocês. Na verdade, Seventeen é um projeto intitulado mobile drama, ou seja, são episódios curtinhos num formato mais dinâmico e que pode ser acompanhado ou pelo facebook ou pelo youtube. A história de Seventeen é bem fofinha e é um drama escolar bastante divertido.

Título: 열일곱/ Seventeen
Direção: [não encontrei]
Roteiro: [não encontrei]
Gênero: Comédia, Drama, Romance
Publicação: K-Drama - 8 episódios + 1 especial (Naver TV Cast | 2017)
Nota♥♥♥♥

Seventeen, drama coreano (2017)

Sinopse: Cinco amigos dos tempos da escola resolvem sair juntos depois de alguns anos para matarem as saudades. O que ninguém esperava é que esse encontro fosse reviver lembranças de coisas divertidas e de coisas que deveriam ficar apenas no passado.

Apesar de um sinopse um tanto quanto melodramática, Seventeen não tem nada de tão melodramático assim. A história gira em torno dos cinco amigos Kim Se Ri (Yoo Hye In), Ji Eun Woo (Kim Do Wan), Lee Seul Bi (Kim Doo Ri), Han Hae Sung (Kang Yul) e Ha Jun (Shin Joo Hyup). Para situar vocês, Eun Woo, Hae Sung e Ha Jun são grandes amigos, e eles fazem de tudo para se ajudar. O mesmo para as duas amigas, Se Ri e Seul Bi.




Não fica claro qual a profissão de cada um deles alguns anos mais tarde, mas dá para perceber que Se Ri se tornou algum tipo de celebridade ou cantora e que Ha Jun tornou-se dono de um bar e restaurante. É nesse bar e restaurante que eles se encontram e começam a rememorar os tempos de escola. Nesse exato momento, Seul Bi e Hae Sung ainda estão namorando, enquanto que Se Ri e Eun Woo não se veem desde que romperam o relacionamento.

O drama é bem leve, bem divertido, um típico dorama escolar, mas nos episódios finais vamos nos deparando com um dos momentos mais tristes da história. Enquanto Se Ri, Seul Bi, Hae Sung e Ha Jun estão se divertindo no encontro, Eun Woo está em casa decidindo se iria aparecer ou não. Ele resolve aparecer e percebe que seu reencontro com a ex (Se Ri) ainda faz balançar seu coração. Gente, haja coração nessa hora... Quando dizem que a fila anda, ela anda mesmo? No mais, se você curte dramas curtos e despretensiosos, Seventeen é uma ótima dica. Espero que vocês gostem da minha recomendação que em breve teremos mais uma dica de mobile drama para vocês!! Até a próxima...


K-Drama legendado em português:
Ver online: Canal do Playlist Global (Youtube)

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Signal (K-Drama)

Ultimamente, estou optando por dramas com pouco romance. Não sei bem por que, mas estou na vibe de histórias de ação, suspense e mistério. Sendo assim, Signal é um daqueles doramas que trazem tudo isso e um pouco mais. Detetives do passado e do presente se unindo para solucionar casos arquivados dos anos 80 e 90.

Título: 시그널/ Sigeuneol/ Signal
Direção: Kim Won Suk
Roteiro: Kim Eun Hee
Gênero: Drama, Suspense, Thriller
Publicação: K-Drama - 16 episódios (tvN | 2016)
Nota♥♥♥♥

Signal, drama coreano (2016)

Sinopse: Detetives do passado e do presente acabam se conectando através de um antigo walkie-talkie, a fim de desvendar antigos casos de estupros e assassinatos macabros da década de 80 e 90 na Coreia do Sul. Entretanto, mesmo atuando juntos na solução de casos mortos, será possível conseguir manter o passado e o futuro intactos?

Tudo começa quando misteriosamente o detetive Park Hae Young (Lee Je Hoon) encontra um walkie-talkie antigo (sem bateria) que está funcionando. O mais inusitado é que a pessoa do outro lado está no ano 2000 enquanto Hae Young está em 2015. Entretanto, Hae Young ainda não sabe que Lee Jae Han (Jo Jin Woong) o conhece há muito mais tempo do que ele se lembra. Com a ajuda das informações dadas por Jae Han, Hae Young consegue solucionar um caso de sequestro e assassinato ocorrido no final dos anos 90. Devido ao êxito dessa campanha, é formada a equipe "cold case" coreana, liderada pela detetive Cha Soo Hyun (Kim Hye Soo) e formada por Kim Gye Chul (Kim Won Hae) e Jung Hun Gi (Jung Yoo Joon).



A formação da equipe dos arquivos mortos acontece como uma maneira de Kim Bum Joo (Jang Hyun Sung) se livrar de alguns empecilhos dentro da polícia, afastando também o problemático Hae Young do Chefe de Polícia, Ahn Chi Soo (Jung Hae Kyun). Mas a sacada desse dorama é conseguir conectar o presente e o passado mostrando que o desaparecimento inexplicável de Jae Han poderia ser evitado. Não só isso, a razão de Jae Han desaparecer está ligada à morte do irmão mais velho de Hae Young, que esconde um grande esquema de corrupção dentro da polícia. Mais ainda, um ponto delicado dentro do dorama é a linha tênue entre o presente e o passado. Jae Han e Hae Young precisam tomar cuidado para não mudarem drasticamente o futuro e evitarem tragédias que nunca deveriam ter acontecido.



O figurino e a maquiagem dos personagens no presente e no passado não deixou a desejar. É meio estranho saber que eles não parecem velhos mesmo com a idade que têm, mas a série conseguiu acentuar a diferença dos personagens no presente e no passado. Sem querer me estender muito, já que os casos que vão sendo desvendados ao longo do dorama, eram casos ligados a Jae Han, podemos perceber que Signal traz um enrendo totalmente novo, muito bem produzido, e que utiliza os casos de Jae Han como pano de fundo para Hae Young descobrir porque ele desapareceu sem deixar rastros. Nada aparece aleatório e cada peça do quebra-cabeça vai se encaixando à medida que se passam os episódios. Minha única frustração é que depois de assistir a episódios tão cheios de ação, o último episódio me pareceu muito difícil de engolir. Cheio de diálogos e de pouquíssima ação, o episódio final mostra como uma alteração no passado afetou o futuro todo e mudou a vida e o destino de Hae Young e Soo Hyun. Mas tirando isso, o drama é incrível e eu super recomendo de coração!!


K-Drama legendado em português:
Fansub: DramaFans (legendas), Subarashiis Subs, Urameshi Downs (necessitam cadastro)
Ver online: DramaFever

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Surgeons (C-Drama)

Yoooo, minna... Então, como vocês sabem meu primeiro drama médico foi Doctors. E mesmo sabendo de diversas sugestões por aí, também coreanas, nada me despertou interesse. Mas eis que num belo dia, procurando alguma coisa para assistir, esse dorama me chama a atenção. Quando vi que tinha mais de 40 episódios, até me desestimulei um pouco, mas depois dos dois primeiros episódios, lá estava eu, viciada e fissurada nessa história.

Título: 外科风云/ Wai Ke Feng Yun/ Surgeons/ Surgeons (Stories Behind OR)
Direção: Li Xue
Roteiro: Zhu Zhu
Gênero: Comédia, Drama Médico, Romance
Publicação: C-Drama - 44 episódios (ZJSTV | 2017)
Nota: ♥♥♥♥


Surgeons, drama chinês (2017)

Sinopse: Há 30 anos atrás, um incidente poderia ser considerado uma grande descoberta médica, no entanto, dois médicos inexperientes, assustados com a repercussão desse acontecimento, resolvem tomar uma decisão extrema, culpabilizando uma pobre enfermeira, Zhang Shumei (Liu Lin). Buscando vingança e querendo limpar o nome de sua mãe, Zhuang Shu (Jin Dong) retorna à China com o objetivo de expor toda a verdade por trás dos respeitadíssimos doutores Fu Bowen (Ma Shao Hua) e Xiu Minqi (Jin Shi Jie). Entretanto, nessa jornada, Zhuang Shu conhece Lu Chenxi (Bai Bai He), e passa a ver as coisas com outras nuanças.




Terminei esse drama ontem e até agora estou tentando lidar com o fim. Diferente de histórias como Dr. House, por exemplo, Surgeons é um drama médico que de alguma maneira não é apenas isso. Grande parte da narrativa se passa no Hospital Renhe, mas mesmo assim, é possível conhecer um pouco da vida dos personagens, dos dilemas, das angústias, etc. Isso para mim já conta como um ponto bastante positivo. Não é um daqueles dramas em que cada episódio tem um caso diferente, existe uma continuidade das ações, uma continuidade da rotina de um hospital e dos que trabalham e se consultam lá.




Explicando o plot do dorama - sintam o poder do melodrama chinês - a mãe de Zhuang Shu, na verdade, Zhang Xiao Bin, é acusada de aplicar penicilina (pó) num paciente alérgico a esta medicação. Entretanto, Zhang Shumei aplicou lidocaína (líquido), mas ninguém esperava que o paciente fosse alérgico a esse remédio. Acusada de ter sido negligente e de ter levado o paciente a óbito, Zhang Shumei tenta de tudo para provar sua inocência. No entanto, ninguém a escuta e mesmo o testemunho de Zhong Xibei (Yang Xin Ming), que na época era apenas um médico residente, não a ajuda nesse processo. Sendo demitida e sem moral alguma, para completar a tragédia, a filha mais nova de Zhang Shumei, Nan Nan, é raptada por traficantes. Desolada, Shumei comete suicídio, deixando Xiao Bin sozinho e sem parentes. Mais tarde, ele é adotado por um médico chinês e levado para morar nos Estados Unidos, onde passa a se chamar Zhuang Shu/Owen.




Depois de alguns anos nos Estados Unidos, convidado pelo diretor da cirurgia torácica (setor onde sua mãe trabalhava), Yang Fan (Liu Yi Jun), Zhuang Shu retorna à China para assumir um contrato de dois anos no Hospital Renhe. Chegando lá, ele conhece a explosiva e impulsiva Lu Chenxi, de quem acaba "roubando" o lugar de responsável pela Ala 1 e de ensinar os médicos internos sobre cirurgia torácica. Mas, depois de se conhecerem da pior forma, e de por diversas vezes se envolverem em situações inusitadas, Zhuang Shu e Lu Chenxi passam a morar juntos e aos poucos percebem estar apaixonados um pelo outro. Obviamente, tudo seria perfeito, se não fosse o fato de que Lu Chenxi ser a filha do paciente que Zhang Shumei foi acusada de levar a óbito - mais uma vez, sintam o poder do melodrama dos dramas chineses (risos). 




Não quero me estender muito para não frustrar as expectativas de quem ainda não viu. Eu sou suspeita para falar, porque para mim esse foi um dos melhores dramas médicos que eu já vi. Já ganhou um lugar no meu coração. Esse dorama me fez rir em vários momentos, mas também me fez chorar horrores... a história é coerente, sem muitos furos, nada fica de fora, você não se perde, apesar da enxurrada de personagens, cada um dos personagens principais e os secundários são bem desenvolvidos. O casal secundário formado pelo médico Chen Shaocong (Li Jia Hang) e pela enfermeira Yang Yu (Lan Ying Ying) são bem trabalhados e não são meras sombras de Zhuang Shu e Lu Chenxi. O que eu mais gostei nesse dorama foi poder conhecer os dramas de cada personagem, até mesmo o histórico de vida dos pacientes (os personagens mais passageiros da história) é pontualmente desenvolvido para dar seguimento à narrativa.




Percebemos também que nenhum personagem é totalmente bom ou totalmente mau. Ao mesmo tempo em que Lu Chenxi é extremamente competente, séria e honesta, ela também é extremamente orgulhosa e impulsiva. O próprio Zhuang Shu, por exemplo, é um excelente profissional, proativo e discreto, mas em contrapartida, é extremamente frio e calculista. Os personagens são apresentados como humanos, com virtudes e com falhas, tendo que lidar com seus erros e acertos. O drama não só traz a rotina de um grande hospital, como coloca em xeque questões importantes e delicadas, como a ética médica e profissional. Além disso, mostra o amadurecimento de cada um deles a partir de suas experiências de vida. Eu super recomendo esse dorama por tratar de vingança, ética, amadurecimento, corrupção etc sabendo dosar comédia e melodrama, mas também porque traz personagens femininas incríveis, a começar pela própria Lu Chenxi (por ser a única mulher como cirurgiã torácica e não se dobrar às injustiças), Yang Yu (por cuidar de sua mãe doente e ser firme nas suas decisões) e até mesmo a "chorona" da Chu Jun (He Du Juan), por descobrir sua verdadeira vocação.



C-Drama legendando em português:
Fansub: DramaFans (legendas)
Ver online: DramaFever; Viki

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Hibi Chouchou (Mangá)

Se você é fã de shoujo escolar, talvez irá gostar desse mangá. Embora mantenha alguns dos tão famigerados clichês de shoujo escolar, podemos observar algumas coisas inovadoras nessa narrativa. Além de a história trazer uma certa leveza ao abordar o romance entre os personagens principais, também apresenta um traço muito bonito, cenários bem detalhados e personagens atraentes, embora não se aprofunde muito neles.

Mangá: 日々蝶々/ Hibi Chouchou 
Mangaká: Morishita Suu
Gênero: Bishoujo, Comédia, Romance, School Life, Shoujo, Slice of Life
Publicação: Mangá - 12 volumes (2012)

Hibi Chouchou, da mangaká Morishita Suu (2012-2015)

Sinopse: Shibazeki Suiren sempre foi uma garota muito bonita. Por causa da sua beleza, nunca teve sossego, sendo assediada e importunada durante toda a sua vida. Decidida a cursar o ensino médio numa escola mista, Suiren conhece o introvertido Kawasumi Kouha, que diferente dos demais garotos da escola, nunca a assediou. Uma garota tímida e um rapaz com dificuldades de falar com garotas têm alguma chance de darem certo?



'Uma leve e macia história de amor' definiria muito bem todo o enredo de Hibi Chouchou. Com belos traços e uma narrativa leve e delicada , vamos conhecendo Suiren e Kawasumi. Dois jovens que têm em comum o "medo" de falar com o sexo oposto. É explicado porque Suiren tem medo de rapazes, por ser muito bonita, sempre foi assediada por eles em qualquer lugar que estivesse, necessitando sempre da ajuda de terceiros para poder lidar com todo esse assédio, no caso, de sua melhor amiga Shimizu Aya.




Sendo assim, Suiren "arrasta" Aya, sua amiga de infância, para todos os lugares. Certamente, Suiren não faz por mal e ela tem consciência de que não quer ser a Takane no Hana que todos chamam. Takane no Hana significa flor no pico mais alto, ou seja, inalcançável. Vemos então que Suiren começa a ser ilhada pelos garotos da escola, que passam a tratá-la como a Takane no Hana de todos. Nem com toda a sua beleza, Suiren poderia ser feliz, já que desde o início ela é considerada "proibida" para todos. No entanto, Suiren deseja ser uma borboleta, ou seja, uma chouchou, daí o título do mangá, que a grosso modo significaria o dia a dia da borboleta. Ou seja, seria uma história para mostrar como a Takane no Hana se transforma numa borboleta.




Como todo shoujo escolar, vale salientar que Hibi Chouchou não foge de alguns estereótipos ou clichês. Triângulo amoroso que, na minha humilde opinião, poderia ser bem melhor trabalhado, a imagem da "rival" que no fundo no fundo nem é tão rival assim, a protagonista precisar ser protegida o tempo todo dentre outros. Para um romance leve, sem pretensões, Hibi Chouchou é um mangá extremamente fofo e divertido. Eu li e, particularmente, gostei muito. E por ter gostado tanto, fiquei triste por alguns personagens não terem um final tão digno como mereciam, como o Atohira-senpai e a Shinkawa Koharu.




Atohira-senpai é amigo do irmão mais velho de Kawasumi, mas também é a pessoa que Kawasumi mais admira e deseja ser como ele. Mas, por alguma razão, Atohira se apaixona por Suiren, mesmo que nunca seja retribuído. O mesmo acontece com Koharu, que se interessa por Kawasumi, mas este a rejeita várias vezes. Mesmo dando o melhor de si, Koharu sempre termina num relacionamento unilateral, até conhecer Atohira-senpai. O final dos dois me deixou bastante chateada, ambos eram terceiranistas e iam para a faculdade, sei que perderiam contato, mas seria interessante ver um desdobramento maior desses dois como um possível casal.




Outro ponto que me incomodou foi o namoro de Takaya Ryousuke (amigo de Kawasumi) e Ozaki Mina (que caiu de paraquedas na história). Quem acompanhar a história desde o início vai perceber o clima entre Aya e Ryousuke, o que poderia sim ser mais desenvolvido e infelizmente não foi. Mas nem de pontos negativos é feita essa história. Mesmo necessitando ser protegida o tempo todo, Suiren vai contra tudo o que se espera dela. Espera-se a visão de uma princesa presa numa torre, que é justamente o que tentam fazer com ela, mas Suiren se insubordina e, à sua maneira, vai aos poucos avançando, evoluindo. Ela é honesta, sincera e cativante, o que me lembrou muito a Sawako. Assim que entra na escola, Suiren faz amizade com Kudou Yuri e junto com Aya formam um trio que mais tarde se torna um quarteto, quando elas ficam amigas de Sotomura Meguna.




Se você for daqueles que esperam várias reviravoltas, pode tirar o cavalinho da chuva. Hibi Chouchou se encaixa naquelas histórias tranquilas e suaves. As coisas acontecem nas entrelinhas e é tudo muito contemplativo e sem muita conversa ou enrolação. É um romance super fofo, pois Kawasumi e Suiren combinam muito, mesmo tendo gostos bem diferentes. A história tem uma pegada realista, mesmo que esse não seja o carro-chefe da história, mas fica subentendido que com o fim do ensino médio, é normal que cada um vá para um lado. No mais, se você gosta de Kimi ni Todoke, certamente vai adorar Hibi Chouchou. Recomendo de coração esse mangá. Muito lindo, muito fofo!



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